Nicholas Sparks, para mim, é um dos melhores escritores atuais. Adoro os enredos, como ele lida com a história dos personagens, da foma como ele te envolve quando escreve. AMO romances e, na minha opinião, ninguém atualmente escreve esse gênero melhor que ele.
Meu vício nesse autor começou por acasso, em 2006. Minha mãe pegou um livro dele (O Milagre) e disse: filha, acho que você vai gostar. Dito e feito. Me apaixonei!! Depois fui procurar mais sobre o autor na internet e vi que ele era muito famoso nos EUA e no Canadá, mas tinha lançado poucos livros no Brasil e quase todos que tinham, não achava mais pra vender. Aí, em 2007, fui para o Canadá. Trouxe praticamente todos os livros que ele tinha lançado pra casa: A walk to remember, Message in a bottle, At first sight, A bend on the road... E aí meu vício se concretizou. Todo ano ele lança livro novo, mais ou menos em setembro, e toda vez que eu viajo, compro. Nessa vez nos EUA, comprei Safe Haven, que acabei de ler essa semana e vim aqui falar um pouquinho.
O livro conta a história de Katie e Alex. Katie, 27 anos, chega a uma pequena cidade do interior de North Carolina, Southport, fugindo de seu passado e buscando uma nova vida. Aluga uma casa bem acabada e afastada da cidade e consegue um trabalho de garçonete, tentando ser o mais invisível possível. Porém Alex, dono do mercado da cidade, viúvo e pai de dois filhos, se vê encantado pela nova moça, principalmente depois de ver como ela interage com suas crianças. Além disso, Katie também conhece Jo, sua nova vizinha, que tem muito a ajudá-la nessa nova etapa de sua vida.
A história vai se desenrolando e podemos ver Katie se abrindo e se deixando envolver por essas duas novas pessoas e, com isso, vamos conhecendo um pouco mais da personagem e os motivos que a levaram àquela cidade no meio do nada. Cada capítulo é narrado por um personagem, alternando entre Katie, Alex e outro personagem que nos é apresentado no decorrer da narração, misturando flashbacks com o momento atual, te deixando sembre curioso para saber o que vai acontecer. O final tem uma revelação que, para mim, foi muito inesperada, mas que eu adorei.
É um livro muito bom, mas para mim não é o melhor do Nicholas. Para mim, faltou um pequeno detalhe no final que teria feito o livro ficar perfeito. O Milagre continua como o meu top, seguido de The Lucky One. Porém, se você gosta do autor o do gênero, eu recomendo muito. O livro ainda não tem versão em Português, mas deve ser lançado logo, visto que o autor está muito conhecido no Brasil, atualmente. Será um dinheiro muito bem empregado. O filme baseado no livro tem previsão de lançamento para 2012.
My little corner of the world
quinta-feira, 3 de março de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Menina de Vinte
Ano passado minha madrinha me deu de presente de Natal um livro: "Menina de Vinte", da Sophie Kinsella, mesma autora da série da consumista Becky Bloom, que conquistou tantas pessoas que virou até filme uns anos atrás. Esse foi o primeiro livro da autora que eu li. Vou confessar que não terminei a coleção toda. Gostei do livro, mas não sei, acabei enrolando e ainda não li a continuação. Depois, ano passado, ganhei "Lembra de mim" de uma amiga. Juro que foi uma boa surpresa. Gostei bem mais desse livro do que do primeiro. E a história se repetiu mais uma vez. Me surpreendi novamente e gostei mais de "Menina de Vinte" do que "Lembra de mim". Sophie Kinsella tem um jeito meio característico de escrever. Todas as suas histórias tem um jeito que logo de cara você sabe que ela é a autora, mas, diferentemente de Dan Brown, os livros não vão ficando mais e mais previsíveis conforme o número de livros que você lê. Ela sempre nos surpreende com enredos completamente diferentes.
"Menina de vinte" conta a história de Lara Lingdon, uma londrina de 27 anos que não está em um dos melhores momentos de sua vida. Seu namorado terminou com ela (apesar dela ter certeza que foram feitos um para o outro) e sua sócia resolveu ir pra Goa, onde encontrou um namorado e ficou, deixando a protagonista perdida no seu novo emprego de caça-talentos. Se não bastasse, seus pais e familiares não a deixam sossegada um só minuto com perguntas sobre a sua vida.
O livro começa com o funeral de sua tia-avó Sadie, que faleceu aos 105 anos. Tanto Lara quanto seus familiares estão no velório por obrigação. Ninguém mais a visitava no asilo onde morava e querem desesperadamente que a cerimônia se encerre logo para que possam voltar pra suas vidas. Porém algo inesperado acontece: uma garota de uns 20 anos, com roupas estranhas, aparece, pedindo que Lara ache seu colar. Lara leva um susto, até perceber que se trata do fantasma de sua tia-avó. Sadie, na sua versão de 20 e poucos anos de idade, fala para que ela invente uma história para que parem com o velório e a cremação, pois ela precisa de seu colar. Lara, meio desorientada com aquele aparecimento, grita que a tia foi assassinada. Conclusão: o velório para e ela tem que depor na polícia. E daí a história se desenrola. Lara, meio contrariada, resolve procurar o colar de Sadie, para se livrar da fantasma de uma vez por todas. No meio de toda a loucura, com sua obsessão pelo ex-namorado, o problema do emprego, a busca pelo colar e as tudo que a fantasma faz a moça passar, uma nova amizade surge, além de novas oportunidades e um jeito "anos 20" de ver a vida.
Recomendo muito para quem gosta de um romance leve e bem divertido, enfim, pra quem gosta de Chik-Lits. Foi um livro que me divertiu e que eu ficava muito curiosa pra saber o que ia acontecer, tanto com a Lara como com a Sadie. Sem contar que conta um pouquinho dos anos 20, apesar de ser apenas pincelado, e adoro essas coisas que mesclam diferentes gerações.
"Menina de vinte" conta a história de Lara Lingdon, uma londrina de 27 anos que não está em um dos melhores momentos de sua vida. Seu namorado terminou com ela (apesar dela ter certeza que foram feitos um para o outro) e sua sócia resolveu ir pra Goa, onde encontrou um namorado e ficou, deixando a protagonista perdida no seu novo emprego de caça-talentos. Se não bastasse, seus pais e familiares não a deixam sossegada um só minuto com perguntas sobre a sua vida.
O livro começa com o funeral de sua tia-avó Sadie, que faleceu aos 105 anos. Tanto Lara quanto seus familiares estão no velório por obrigação. Ninguém mais a visitava no asilo onde morava e querem desesperadamente que a cerimônia se encerre logo para que possam voltar pra suas vidas. Porém algo inesperado acontece: uma garota de uns 20 anos, com roupas estranhas, aparece, pedindo que Lara ache seu colar. Lara leva um susto, até perceber que se trata do fantasma de sua tia-avó. Sadie, na sua versão de 20 e poucos anos de idade, fala para que ela invente uma história para que parem com o velório e a cremação, pois ela precisa de seu colar. Lara, meio desorientada com aquele aparecimento, grita que a tia foi assassinada. Conclusão: o velório para e ela tem que depor na polícia. E daí a história se desenrola. Lara, meio contrariada, resolve procurar o colar de Sadie, para se livrar da fantasma de uma vez por todas. No meio de toda a loucura, com sua obsessão pelo ex-namorado, o problema do emprego, a busca pelo colar e as tudo que a fantasma faz a moça passar, uma nova amizade surge, além de novas oportunidades e um jeito "anos 20" de ver a vida.
Recomendo muito para quem gosta de um romance leve e bem divertido, enfim, pra quem gosta de Chik-Lits. Foi um livro que me divertiu e que eu ficava muito curiosa pra saber o que ia acontecer, tanto com a Lara como com a Sadie. Sem contar que conta um pouquinho dos anos 20, apesar de ser apenas pincelado, e adoro essas coisas que mesclam diferentes gerações.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Cisne Negro
Esse final de semana dei uma escapada pra casa e eu e a Elisa resolvemos ir assistir Cisne Negro. Tanta gente falando que é muito bom e que a Natalie Portman tá arrasando, que você tem que ir conferir, né? Ainda mais porque envolve ballet e todo mundo que me conhece sabe o quanto eu sou viciada em dança...
Lago dos Cisnes nunca foi meu ballet preferido. Tem umas danças lindas, sem dúvida, mas o ballet em si me cansava um pouco pra ser assistido como um todo. Pra quem não sabe, o ballet conta a história do príncipe Siegfried, que é obrigado a escolher uma noiva e anunciá-la no dia de seu aniversário. Triste por não poder casar por amor, ele foge até a floresta, onde encontra um bando de cisnes voando e resolve segui-los. Quando eles aterrisam no lago, é surpreendido ao ver uma bela criatura, uma mulher, na beira do mesmo. Logo descobre que ela é a princesa Odette, que foi sequestrada e enfeitiçada pelo malvado von Rothbart, sendo obrigada a se transformar em cisne durante o dia, se transformando em mulher pela noite. Quando descobre a história da garota, ele fica com muita pena e acaba se apaixonando por ela. Porém, quando ela vai confessar o seu amor pela cisne (fato que quebraria o feitiço), o feiticeiro reaparece. Siegfried ameaça mater von Rothbart, mas Odette não deixa, pois assim ela teria o feitiço sobre ela para sempre.
O príncipe retorna ao castelo para seu baile. O feiticeiro vai disfarçado juntamente com sua filha, Odile, que é idêntica a Odette, a não ser pelo fato de usar preto em vez de branco. O príncipe se confunde, dança com ela, e diz que pretende anunciá-la como sua futura esposa. Logo depois, ele vê Odette no baile, e reconhece seu erro. Depois ele retona ao lago e reencontra Odette, pedindo desculpas e sendo perdoada pela mesma. Porém eles descobrem que em decorrência da promessa de Siegfried a Odile, o feitiço não pode ser quebrado. O final do ballet tem várias versões, porém a que inspirou o filme mostra Odette desesperada, por estar perdendo a sua humanidade, se jogando no lago e morrendo. O príncipe a segue e morre também. O ato de amor e sacrifício acaba com o poder de von Rothbart, que perde seus poderes e também morre, consequentemente.
O filme se passa na academia de ballet de Nova York, onde estão a procura de uma nova bailarina pra substituir Beth MacIntyre como a rainha dos cisnes. Nina Sawyers, que é vivida por Natalie Portman, bailarina da academia há anos, luta para ser a escolhida. Porém, uma nova garota, Lily, chega para ameaçar sua preferência. O diretor, Thomas Leroy, acha que Nina seria perfeita para ser o Cisne Branco, mas o excesso de técnica e falta de paixão a atrapalhariam como Cisne Negro, porém acaba a escolhendo após um ela se negar a receber um beijo do mesmo, dizendo que lá ela mostrou seus verdadeiros sentimentos. E assim começa a história. Nina não consegue mostrar uma boa performance como Cisne Negro e, nesse meio tempo, começa a ter alucinações, e ver Lily como sua inimiga. E aí a história vai se desenrolando, mesclando a história do ballet na história de vida de Nina e dos outros personagens.
O filme é muito bom e eu gostei bastante. Não é o meu tipo de filme preferido, mas com certeza conseguiu chamar muito minha atenção. O enredo é muito bem escrito e Natalie Portman está arrasando. Repetindo o que todo mundo diz, se ela não ganhar o Oscar, o pessoal da academia está com algum problema. A história é bem obscura e mostra um pouco também de como é o caminho dentro de uma grande academia de ballet para conseguir ser a grande solista. Todos os bailarinos deveriam ver esse filme, sem dúvida alguma. E para os não bailarinos, recomendo o filme também, vale muito a pena. Só vão preparados para uma história mais pesada e menos conto de fadas que a gente está tão acostumado!!
Segue aí o trailer do filme e o pas de deux do cisne negro do ballet Lago dos Cines pra quem quiser conferir:
Lago dos Cisnes nunca foi meu ballet preferido. Tem umas danças lindas, sem dúvida, mas o ballet em si me cansava um pouco pra ser assistido como um todo. Pra quem não sabe, o ballet conta a história do príncipe Siegfried, que é obrigado a escolher uma noiva e anunciá-la no dia de seu aniversário. Triste por não poder casar por amor, ele foge até a floresta, onde encontra um bando de cisnes voando e resolve segui-los. Quando eles aterrisam no lago, é surpreendido ao ver uma bela criatura, uma mulher, na beira do mesmo. Logo descobre que ela é a princesa Odette, que foi sequestrada e enfeitiçada pelo malvado von Rothbart, sendo obrigada a se transformar em cisne durante o dia, se transformando em mulher pela noite. Quando descobre a história da garota, ele fica com muita pena e acaba se apaixonando por ela. Porém, quando ela vai confessar o seu amor pela cisne (fato que quebraria o feitiço), o feiticeiro reaparece. Siegfried ameaça mater von Rothbart, mas Odette não deixa, pois assim ela teria o feitiço sobre ela para sempre.
O príncipe retorna ao castelo para seu baile. O feiticeiro vai disfarçado juntamente com sua filha, Odile, que é idêntica a Odette, a não ser pelo fato de usar preto em vez de branco. O príncipe se confunde, dança com ela, e diz que pretende anunciá-la como sua futura esposa. Logo depois, ele vê Odette no baile, e reconhece seu erro. Depois ele retona ao lago e reencontra Odette, pedindo desculpas e sendo perdoada pela mesma. Porém eles descobrem que em decorrência da promessa de Siegfried a Odile, o feitiço não pode ser quebrado. O final do ballet tem várias versões, porém a que inspirou o filme mostra Odette desesperada, por estar perdendo a sua humanidade, se jogando no lago e morrendo. O príncipe a segue e morre também. O ato de amor e sacrifício acaba com o poder de von Rothbart, que perde seus poderes e também morre, consequentemente.
O filme se passa na academia de ballet de Nova York, onde estão a procura de uma nova bailarina pra substituir Beth MacIntyre como a rainha dos cisnes. Nina Sawyers, que é vivida por Natalie Portman, bailarina da academia há anos, luta para ser a escolhida. Porém, uma nova garota, Lily, chega para ameaçar sua preferência. O diretor, Thomas Leroy, acha que Nina seria perfeita para ser o Cisne Branco, mas o excesso de técnica e falta de paixão a atrapalhariam como Cisne Negro, porém acaba a escolhendo após um ela se negar a receber um beijo do mesmo, dizendo que lá ela mostrou seus verdadeiros sentimentos. E assim começa a história. Nina não consegue mostrar uma boa performance como Cisne Negro e, nesse meio tempo, começa a ter alucinações, e ver Lily como sua inimiga. E aí a história vai se desenrolando, mesclando a história do ballet na história de vida de Nina e dos outros personagens.
O filme é muito bom e eu gostei bastante. Não é o meu tipo de filme preferido, mas com certeza conseguiu chamar muito minha atenção. O enredo é muito bem escrito e Natalie Portman está arrasando. Repetindo o que todo mundo diz, se ela não ganhar o Oscar, o pessoal da academia está com algum problema. A história é bem obscura e mostra um pouco também de como é o caminho dentro de uma grande academia de ballet para conseguir ser a grande solista. Todos os bailarinos deveriam ver esse filme, sem dúvida alguma. E para os não bailarinos, recomendo o filme também, vale muito a pena. Só vão preparados para uma história mais pesada e menos conto de fadas que a gente está tão acostumado!!
Segue aí o trailer do filme e o pas de deux do cisne negro do ballet Lago dos Cines pra quem quiser conferir:
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
"Mamma mia! Here I go again..."
Olha eu por aqui de novo. Sério, nem eu to acreditando que eu estou atualizando meu blog com essa frequência... Dessa vez resolvi falar mais um pouco de musicais, um dos meus grandes vícios, e, já que Mamma Mia! está em cartaz no Brasil, decidi que esse seria o escolhido da vez.
Já tinha ouvido falar da existência do musical há um bom tempo, em uma das longas conversas que eu e a Laurinha costumávamos ter no MSN. Já tinha visto um vídeo e tudo mais, mas nada que me deixasse loucamente curiosa. Aí, em 2008, minha irmã foi assistir o filme e voltou pra casa falando um monte, ela tinha adorado, baixou todas as músicas e tudo mais. Eu até gostava de algumas músicas do ABBA, como "Dancing Queen" e "The winner takes it all", mas mesmo assim eu acabei enrolando pra ver o filme. Não fui no cinema, vi somente quando lançou em DVD. Eu lembro que eu gostei do filme, até porque a Maryl Streep é uma excelente atriz e tudo mais, mas não entrou na minha categoria dos tops. O local era lindo, as músicas eram ótimas, porém faltava alguma coisa, não sei.
Aí, em 2010, quando fui pra Nova York pela primeira vez, eu e a Elisa resolvemos que queríamos ver o musical. Chegamos lá e fomos comprar ingressos e olha que acabamos conseguindo na segunda fileira. Fui, sentei lá quase grudada no palco e o musical começou. Pronto, vício na certa. O elenco era ótimo, as músicas estavam mais gostosas ainda ao vivo e, apesar de não ter as magníficas paisagens da Grécia, não me importei. Sai quase pulando do teatro. O musical é simplesmente encantador. Meu pai, que sempre fala que musical foi feito pra ser visto uma única vez, disse que esse ele assistiria novamente. Sério, esse é um dos sinais do apocalipse... hehehe
Pra quem não sabe muito bem, ou por acaso nunca ouviu falar, Mamma Mia! conta a história de Donna e Sophie Sheridan, mãe e filha, que moram em uma pequena ilha grega. O musical começa com a Sophie enviando convide de seu casamento para 3 pessoas: Bill Austin, Sam Carmichael e Harry Bright, que logo descobrimos que são seus 3 possíveis pais. A garota acha o diário da mãe e descobre que ela saiu com os 3 quase que ao mesmo tempo no ano que ficou grávida dela e, querendo entrar com seu pai na igreja em seu casamento, os chama a ilha, fingindo ser sua mãe, para que ela descubra qual deles realmente é seu pai. Mas as coisas não funcionam tão bem assim. Os 3 chegam a ilha, Soph não consegue descobrir, se desespera e deixa sua mãe completamente surtada com o aparecimento supostamente repentino deles. E assim a história vai se desenrolando. Vamos descobrindo um pouco mais da história de Donna (que era cantora e tinha uma girl band nos anos 70) e como Sophie lida com a situação de seus possíveis pais e seu casamento. A história garante várias risadas e vários momentos emocionantes.
Ano passado o musical estreiou no Brasil. Com versão em português das músicas do ABBA e um elenco jovem, algumas pessoas ficaram apreensivas, mas o musical surpreendeu de tão bom, o elenco está arrasando e você sai do teatro querendo dançar, pular e comprar seu ingresso pra ver mais uma vez. Claro que quem é muito fã da banda sueca vai estranhar um pouco as novas versões, mas logo se acostuma, uma vez que elas estão muito bem adaptadas. Assisti o musical em dezembro e não vejo a hora de ver de novo.
Coloquei aqui uns vídeos, para quem tiver curiosidade:
Vídeo com trechos do musical americano com o elenco que eu vi: Beth Leavel (Donna), Alyse Alan Louis (Sophie), Allison Briner (Rosie - amiga da Donna), Judy McLane (Tanya - amiga da Donna), John Dosset (Sam), Patrick Boll (Bill) e David Andrew MacDonald (Harry)
Vídeo com E tudo ao vencedor (versão brasileira de The winner takes it all), interpretada por Kiara Sasso (Donna). Também no elenco brasileiro: Pati Amoroso (Sophie), Andrezza Massei (Rosie), Rachel Ripani (Tanya), Saulo Vasconcelos (Sam), Carlos Arruza (Bill) e Cleto Baccic (Harry)
Para quem tiver interesse, o musical está em cartaz no Teatro Abril, na Av. Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo. Fica aqui minha recomendação. Não percam essa oportunidade, vale MUITO a pena!
Já tinha ouvido falar da existência do musical há um bom tempo, em uma das longas conversas que eu e a Laurinha costumávamos ter no MSN. Já tinha visto um vídeo e tudo mais, mas nada que me deixasse loucamente curiosa. Aí, em 2008, minha irmã foi assistir o filme e voltou pra casa falando um monte, ela tinha adorado, baixou todas as músicas e tudo mais. Eu até gostava de algumas músicas do ABBA, como "Dancing Queen" e "The winner takes it all", mas mesmo assim eu acabei enrolando pra ver o filme. Não fui no cinema, vi somente quando lançou em DVD. Eu lembro que eu gostei do filme, até porque a Maryl Streep é uma excelente atriz e tudo mais, mas não entrou na minha categoria dos tops. O local era lindo, as músicas eram ótimas, porém faltava alguma coisa, não sei.
Aí, em 2010, quando fui pra Nova York pela primeira vez, eu e a Elisa resolvemos que queríamos ver o musical. Chegamos lá e fomos comprar ingressos e olha que acabamos conseguindo na segunda fileira. Fui, sentei lá quase grudada no palco e o musical começou. Pronto, vício na certa. O elenco era ótimo, as músicas estavam mais gostosas ainda ao vivo e, apesar de não ter as magníficas paisagens da Grécia, não me importei. Sai quase pulando do teatro. O musical é simplesmente encantador. Meu pai, que sempre fala que musical foi feito pra ser visto uma única vez, disse que esse ele assistiria novamente. Sério, esse é um dos sinais do apocalipse... hehehe
Pra quem não sabe muito bem, ou por acaso nunca ouviu falar, Mamma Mia! conta a história de Donna e Sophie Sheridan, mãe e filha, que moram em uma pequena ilha grega. O musical começa com a Sophie enviando convide de seu casamento para 3 pessoas: Bill Austin, Sam Carmichael e Harry Bright, que logo descobrimos que são seus 3 possíveis pais. A garota acha o diário da mãe e descobre que ela saiu com os 3 quase que ao mesmo tempo no ano que ficou grávida dela e, querendo entrar com seu pai na igreja em seu casamento, os chama a ilha, fingindo ser sua mãe, para que ela descubra qual deles realmente é seu pai. Mas as coisas não funcionam tão bem assim. Os 3 chegam a ilha, Soph não consegue descobrir, se desespera e deixa sua mãe completamente surtada com o aparecimento supostamente repentino deles. E assim a história vai se desenrolando. Vamos descobrindo um pouco mais da história de Donna (que era cantora e tinha uma girl band nos anos 70) e como Sophie lida com a situação de seus possíveis pais e seu casamento. A história garante várias risadas e vários momentos emocionantes.
Ano passado o musical estreiou no Brasil. Com versão em português das músicas do ABBA e um elenco jovem, algumas pessoas ficaram apreensivas, mas o musical surpreendeu de tão bom, o elenco está arrasando e você sai do teatro querendo dançar, pular e comprar seu ingresso pra ver mais uma vez. Claro que quem é muito fã da banda sueca vai estranhar um pouco as novas versões, mas logo se acostuma, uma vez que elas estão muito bem adaptadas. Assisti o musical em dezembro e não vejo a hora de ver de novo.
Coloquei aqui uns vídeos, para quem tiver curiosidade:
Vídeo com trechos do musical americano com o elenco que eu vi: Beth Leavel (Donna), Alyse Alan Louis (Sophie), Allison Briner (Rosie - amiga da Donna), Judy McLane (Tanya - amiga da Donna), John Dosset (Sam), Patrick Boll (Bill) e David Andrew MacDonald (Harry)
Vídeo com E tudo ao vencedor (versão brasileira de The winner takes it all), interpretada por Kiara Sasso (Donna). Também no elenco brasileiro: Pati Amoroso (Sophie), Andrezza Massei (Rosie), Rachel Ripani (Tanya), Saulo Vasconcelos (Sam), Carlos Arruza (Bill) e Cleto Baccic (Harry)
Para quem tiver interesse, o musical está em cartaz no Teatro Abril, na Av. Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo. Fica aqui minha recomendação. Não percam essa oportunidade, vale MUITO a pena!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Lendo mais um pouco...
Depois de ler "Thanks for the memories", que escrevi por esses dias aqui no blog, resolvi, por indicação de uma grande amiga minha, ler "Aprendendo a seduzir" ("Educating Caroline", título original). O livro é escrito pela Meg Cabot, mais conhecida por "O Diário da Princesa", sob o pseudônimo de Patricia Cabot. Ela usava esse nome antes de escrever os livros infanto-juvenis que são tão famosos mundialmente.
O livro é de temática mais adulta, se passa no século XIX, na Inglaterra, e conta a história de Caroline, uma jovem de alta sociedade, filha de um encanador que recebeu um título de nobreza da rainha, que está prestes a se casar com um marquês falido, Hurst Slater. O noivado acontece quando Slater salva o irmão de Caroline, depois que o jovem é baleado em Oxford. Porém, em um baile, a garota pega seu noivo em uma cena muito compromentedora com Lady Jacquelyn. No momento fica chocada, não só pela situação, mas também porque seus beijos com seu noivo nunca foram tão intensos daquela maneira. Pensa primeiramente em romper o noivado, mas sua mãe a convence que não, que ela tem que aprender a controlar a situação. Aí uma ideia vem a sua cabeça: se ela souber seduzir o marido da mesma forma que Lady Jacquelyn sabe, seu noivo não vai ter que procurar outras mulheres, além dela mesma. Para isso, resolve fazer um acordo com Braden Granville, um novo rico, tido como mulherengo, que está noivo da amante de seu marido. Ele desconfia que a esposa o está traindo, mas não sabe com quem. Caroline oferece testemunhar que a viu com um homem, sem revelar sua identidade, se ele a der aula de como seduzir o marido. E daí a história se desenrola. Não vou falar mais nada, se não dou muitos spoilers. Mas acho que vocês meio que podem imaginar o que vai acontecer, não??
O livro é bom, bem escrito, mas também só recomendo pra quem realmente gosta de romances, e romances daqueles bobos, sabe? Quem gosta de bastante água com açúcar, vai adorar. É interessante ver como Lady Caroline e Granville vão se descobrindo ao longo da história. Não é meu tipo preferido de história, mas posso falar que me deixou curiosa pra ver o que ia acontecer...
Só uma crítica. O preço desse livro é um absurdo. Procurei em mil livrarias, inclusive nas dos EUA, pra ver se achava em inglês, mas tava tudo esgotado, daí tive que pagar o enorme valor de 39,90. Sério, da próxima vez espero relançarem em inglês, nem que demore 1 ano. Esse valor é muito caro até pra Harry Potter, que é meu livro preferido.
O livro é de temática mais adulta, se passa no século XIX, na Inglaterra, e conta a história de Caroline, uma jovem de alta sociedade, filha de um encanador que recebeu um título de nobreza da rainha, que está prestes a se casar com um marquês falido, Hurst Slater. O noivado acontece quando Slater salva o irmão de Caroline, depois que o jovem é baleado em Oxford. Porém, em um baile, a garota pega seu noivo em uma cena muito compromentedora com Lady Jacquelyn. No momento fica chocada, não só pela situação, mas também porque seus beijos com seu noivo nunca foram tão intensos daquela maneira. Pensa primeiramente em romper o noivado, mas sua mãe a convence que não, que ela tem que aprender a controlar a situação. Aí uma ideia vem a sua cabeça: se ela souber seduzir o marido da mesma forma que Lady Jacquelyn sabe, seu noivo não vai ter que procurar outras mulheres, além dela mesma. Para isso, resolve fazer um acordo com Braden Granville, um novo rico, tido como mulherengo, que está noivo da amante de seu marido. Ele desconfia que a esposa o está traindo, mas não sabe com quem. Caroline oferece testemunhar que a viu com um homem, sem revelar sua identidade, se ele a der aula de como seduzir o marido. E daí a história se desenrola. Não vou falar mais nada, se não dou muitos spoilers. Mas acho que vocês meio que podem imaginar o que vai acontecer, não??
"E então se foi. Mas, antes de sair, fez algo surpreendente. Caroline ainda não havia se recuperado quando todos voltaram ao camarote. Porque o Braden Granville fez - tudo o que fez - foi levantar a mão, como se fosse se despedir, e passar a ponta do dedo indicador pela pele de seu longo pescoço, da garganta até a orelha, de modo tão natural como se ele fosse uma criança passando um bastão por uma grade. Mas não havia nenhuma brincadeira de criança no choque que Caroline sentiu em todo o corpo com o seu toque leve, quase indiferente". (trecho da contracapa)
O livro é bom, bem escrito, mas também só recomendo pra quem realmente gosta de romances, e romances daqueles bobos, sabe? Quem gosta de bastante água com açúcar, vai adorar. É interessante ver como Lady Caroline e Granville vão se descobrindo ao longo da história. Não é meu tipo preferido de história, mas posso falar que me deixou curiosa pra ver o que ia acontecer...
Só uma crítica. O preço desse livro é um absurdo. Procurei em mil livrarias, inclusive nas dos EUA, pra ver se achava em inglês, mas tava tudo esgotado, daí tive que pagar o enorme valor de 39,90. Sério, da próxima vez espero relançarem em inglês, nem que demore 1 ano. Esse valor é muito caro até pra Harry Potter, que é meu livro preferido.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Thanks for the memories
Nessas minhas últimas férias, tive a oportunidade de ler "Thanks for the memories", da escritora irlandesa Cecilia Ahern. Ela é mais conhecida pelo livro "P.S. I love you", que virou filme uns 3 anos atrás e encantou muita gente. Para mim, o livro é melhor que o filme inúmeras vezes, mas não vem ao caso no momento.
Um dia, numa das minhas voltas por São Paulo, resolvi passear pela FNAC da Paulista (o que não é uma novidade). Lá, fuçando nos livros em inglês (eu sempre olho eles primeiro, são BEM mais baratos dos que os em português), vi uma coleção de livros da Cecilia e pensei: nossa, será que são bons que nem o outro? Como estava barato e eu sou meio compulsiva com livros e DVDs, resolvi comprar um. Ai veio a dúvida: como escolher qual? Peguei todos os livros, li a sinopse, mas tenho que confessar que o que me prendeu mais pra comprar esse foi uma frasezinha que veio na capa: "How is it possible to know someone you've never met?". Quem me conhece sabe que eu gosto um pouco dessas histórias românticas meio viajadas. Não teve jeito, olhei todos, mas acabei levando esse.
O livro conta a história de dois personagens, Joyce e Justin. A história se passa entre Dublin e Londres. Justin é divorciado, amante das artes, tem uma filha adolescente, a qual segue até Londres, para onde a sua esposa se mudou após a separação. É professor convidado de uma universidade em Dublin, onde por engano vai parar em uma palestra de doação de sangue e, devido a um interesse na palestrante e insistência da mesma, acaba se tornando um doador, apesar de seu medo gigantesco de agulhas. Só que para ele, doar sangue não é algo comum, rotineiro, é algo importante, pois é algo que veio de dentro de si mesmo, que passou pelo seu coração. Joyce, por outro lado, é irlandesa, vendedora imobiliária e casada, porém seu casamento está aos pedaços. Bem no começo do livro, ela sofre um acidente em sua própria casa e precisa de uma doação de sangue para melhorar. Como vocês já devem ter somado dois mais dois, Joyce acaba recebendo sangue de Justin, e começa a ter lembranças que não a pertencem, saber de arquitetura e detalhes de locais que ela nunca antes visitou. E assim começa a história dos dois.
O livro é bem gostosinho de ler. Um bom passatempo. Fiquei bastante curiosa pra ver o que aconteceria com os dois, como se conheceriam e como lidariam com toda aquela situação inexplicável que se joga diante deles. Só teve um detalhe que eu mudaria, se fosse a autora, mas ele não vem ao caso agora, pois seria muito "spoilerento". Ainda acho "P.S. I love you" melhor, então, se você não conhecer a autora, comece por ele, mas "Thanks for the memories" também é uma leitura boa e divertida. Recomendo.
Um dia, numa das minhas voltas por São Paulo, resolvi passear pela FNAC da Paulista (o que não é uma novidade). Lá, fuçando nos livros em inglês (eu sempre olho eles primeiro, são BEM mais baratos dos que os em português), vi uma coleção de livros da Cecilia e pensei: nossa, será que são bons que nem o outro? Como estava barato e eu sou meio compulsiva com livros e DVDs, resolvi comprar um. Ai veio a dúvida: como escolher qual? Peguei todos os livros, li a sinopse, mas tenho que confessar que o que me prendeu mais pra comprar esse foi uma frasezinha que veio na capa: "How is it possible to know someone you've never met?". Quem me conhece sabe que eu gosto um pouco dessas histórias românticas meio viajadas. Não teve jeito, olhei todos, mas acabei levando esse.
O livro conta a história de dois personagens, Joyce e Justin. A história se passa entre Dublin e Londres. Justin é divorciado, amante das artes, tem uma filha adolescente, a qual segue até Londres, para onde a sua esposa se mudou após a separação. É professor convidado de uma universidade em Dublin, onde por engano vai parar em uma palestra de doação de sangue e, devido a um interesse na palestrante e insistência da mesma, acaba se tornando um doador, apesar de seu medo gigantesco de agulhas. Só que para ele, doar sangue não é algo comum, rotineiro, é algo importante, pois é algo que veio de dentro de si mesmo, que passou pelo seu coração. Joyce, por outro lado, é irlandesa, vendedora imobiliária e casada, porém seu casamento está aos pedaços. Bem no começo do livro, ela sofre um acidente em sua própria casa e precisa de uma doação de sangue para melhorar. Como vocês já devem ter somado dois mais dois, Joyce acaba recebendo sangue de Justin, e começa a ter lembranças que não a pertencem, saber de arquitetura e detalhes de locais que ela nunca antes visitou. E assim começa a história dos dois.
O livro é bem gostosinho de ler. Um bom passatempo. Fiquei bastante curiosa pra ver o que aconteceria com os dois, como se conheceriam e como lidariam com toda aquela situação inexplicável que se joga diante deles. Só teve um detalhe que eu mudaria, se fosse a autora, mas ele não vem ao caso agora, pois seria muito "spoilerento". Ainda acho "P.S. I love you" melhor, então, se você não conhecer a autora, comece por ele, mas "Thanks for the memories" também é uma leitura boa e divertida. Recomendo.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
"No one mourns the Wicked"
A história de "O Mágico de Oz" é bem conhecida por todo mundo. Quem nunca ouviu falar de Dorothy, uma garotinha habitante do Texas, que tem sua casa transportada para o mundo de Oz, que, numa busca desesperada pra voltar pra casa, mata a Bruxa Má do Oeste com um balde de água, com os sapatinhos dados pela Bruxa Boa do Norte em seus pés?
Então, em 1995, um escritor americano, chamado Gregory Maguire, lançou um livro que contava a história das tão famosas bruxas antes que a Dorothy aparecesse: Wicked. O livro tem uma temática mais adulta, critica bastante a sociedade e seus vícios. Uma leitura muito boa, recomendo. Mas a história não ficou mais famosa até uns anos depois, quando foi lançado na Broadway o musical adaptado do livro. Ainda crítico, porém muito mais mágico, o musical encantou milhões de pessoas em todo o mundo. Eu sou uma delas.
Faz um bom tempo que me falaram que esse musical era bom, tanto que quando fui para o Canadá, em 2008, passeando por uma livraria, encontrei o livro em liquidação e logo comprei, mas eu tinha uma pilha de livros pra ler antes, então acabei enrolando. Em 2010 meus pais finalmente resolveram ir para NY. Aí eu surtei né? Preciso ver Wicked, mas não sem antes ler o livro. Sério, fiz um intensivão e acabei o livro exatamente 1 dia antes da viagem. Era o musical que eu mais queria ver! E aí fomos eu e a Elisa, que deixamos pra comprar o ingresso meio em cima, sentadas mega lateralmente, no fundo (quem me conhece sabe o quanto me incomoda não ver a expressão facial dos atores em musicais. A peça perde uns 50% do encanto). Mas mesmo assim, saí de lá encantada. Os únicos versos que eu sabia das músicas, repetia milhões de vezes. Aquele dia mais um vício meu foi criado.
Bem, pra quem não sabe, Wicked começa com a celebração da morte da Bruxa Má do Norte, com o povo de Oz cantando e Glinda (a Bruxa Boa do Norte), nova "governadora" de Oz, tirando dúvidas da população sobre a morte da bruxa e sobre a malignidade das pessoas e da própria bruxa morta. Aí um cidadão, quando a Glinda já está se retirando, faz uma pergunta: "É verdade que vocês eram amigas?" e daí a história começa a se desenrolar, com a Bruxa Boa contando que conheceu Elphaba (a Bruxa Má do Oeste) na faculdade, e o musical nos transporta para aquela cena, onde todas as pessoas se assustam quando veem a bruxinha verde e a desprezam, estando entre elas Glinda (ou Galinda, como era chamada antigamente). Galinda UpperUpland é uma menina mimada, bem popular, que por um acaso acaba tendo que dividir sua suite privada com a Elphaba. E por aí vai. (Ficou um resumo bem por cima e sem muitos detalhes para não dar muitos spoilers =P)
O elenco original foi com a Kristin Chenoweth e a Idina Menzel (as duas fizeram participações na série Glee), encarnando, respectivamente, Glinda e Elphaba. De lá pra cá outras talentosíssimas atrizes vieram assumindo os papéis e fazendo Wicked ser um dos maiores musicais dos últimos tempos.
Continuando a minha história com o musical, esse ano fui de novo a Nova York e dessa vez eu e a Elisa nos programamos melhor. Depois de quase falir meu pai e pagar uma facada nos ingressos, conseguimos ver Wicked da 5ª fileira no meio. INESQUECÍVEL! O elenco excelente com Mandy Gonzales como Elphaba e Katie Rose Clarke como Glinda. É tão lindo que, se é que isso é possível, voltei ainda mais viciada. To naquela fase boba e chata ainda, que só falo nisso e ficou ouvindo as músicas e vendo gravações 9357985674x seguidas... coitado dos meus amigos e familiares!
Mas, enfim, pra quem não conhece, fica aqui minha recomendação. Tanto do musical quanto do livro. Os dois, de maneiras diferentes, te encantam e te transportam de uma maneira inovadora e inesquecível para a terra de Oz. Fica aí embaixo o link de dois vídeos pra quem quiser saber mais um pouco e se divertir. O primeiro é de "Popular", com o elenco original da Broadway, e o outro de "Dancing through life", com Adam Lambert de Fiyero. Enjoy!!
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