Nessas minhas últimas férias, tive a oportunidade de ler "Thanks for the memories", da escritora irlandesa Cecilia Ahern. Ela é mais conhecida pelo livro "P.S. I love you", que virou filme uns 3 anos atrás e encantou muita gente. Para mim, o livro é melhor que o filme inúmeras vezes, mas não vem ao caso no momento.
Um dia, numa das minhas voltas por São Paulo, resolvi passear pela FNAC da Paulista (o que não é uma novidade). Lá, fuçando nos livros em inglês (eu sempre olho eles primeiro, são BEM mais baratos dos que os em português), vi uma coleção de livros da Cecilia e pensei: nossa, será que são bons que nem o outro? Como estava barato e eu sou meio compulsiva com livros e DVDs, resolvi comprar um. Ai veio a dúvida: como escolher qual? Peguei todos os livros, li a sinopse, mas tenho que confessar que o que me prendeu mais pra comprar esse foi uma frasezinha que veio na capa: "How is it possible to know someone you've never met?". Quem me conhece sabe que eu gosto um pouco dessas histórias românticas meio viajadas. Não teve jeito, olhei todos, mas acabei levando esse.
O livro conta a história de dois personagens, Joyce e Justin. A história se passa entre Dublin e Londres. Justin é divorciado, amante das artes, tem uma filha adolescente, a qual segue até Londres, para onde a sua esposa se mudou após a separação. É professor convidado de uma universidade em Dublin, onde por engano vai parar em uma palestra de doação de sangue e, devido a um interesse na palestrante e insistência da mesma, acaba se tornando um doador, apesar de seu medo gigantesco de agulhas. Só que para ele, doar sangue não é algo comum, rotineiro, é algo importante, pois é algo que veio de dentro de si mesmo, que passou pelo seu coração. Joyce, por outro lado, é irlandesa, vendedora imobiliária e casada, porém seu casamento está aos pedaços. Bem no começo do livro, ela sofre um acidente em sua própria casa e precisa de uma doação de sangue para melhorar. Como vocês já devem ter somado dois mais dois, Joyce acaba recebendo sangue de Justin, e começa a ter lembranças que não a pertencem, saber de arquitetura e detalhes de locais que ela nunca antes visitou. E assim começa a história dos dois.
O livro é bem gostosinho de ler. Um bom passatempo. Fiquei bastante curiosa pra ver o que aconteceria com os dois, como se conheceriam e como lidariam com toda aquela situação inexplicável que se joga diante deles. Só teve um detalhe que eu mudaria, se fosse a autora, mas ele não vem ao caso agora, pois seria muito "spoilerento". Ainda acho "P.S. I love you" melhor, então, se você não conhecer a autora, comece por ele, mas "Thanks for the memories" também é uma leitura boa e divertida. Recomendo.
3 comentários:
Olá irmã querida do meu coração!*cof cof*
Gostei do post! É verdade, você gosta de romances viajados. Acho que Kate and Leopold, A casa do Lago e Se fosse verdedade ilustram isso!
Mas parece ser interessante o livro assim. Te falo a mesma coisa que você falou pra White Fang: um dia, daqui hpa muito tempo... Quem sabe?
Continue blogando Érica! Que livro você está lendo agora mesmo?
Beijãaaaao
O que mais gosto de ver em você e na Elisa é esta vontade de ler, ler e ler.
Quanto aos romances, deve ser herança minha, pois sempre foram meus preferidos.
E a sua descrição do livro, despertou a minha curiosidade.
Pena que esteja em inglês...
Beijos.
Oi Erica, é o seu primo Carlos, eu tentei ler um livro em inglês, que é da minha tia, mas não dei conta. O livro é sobre a antiga KGB, contado se não me lembro por um tal Oreg. Parece-me uma indicação de leitura muito boa. Bjos
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